Você algum dia talvez já tenha se
perguntado por que quando se mora em um prédio todos devem
contribuir com a mesma taxa de incêndio. Qual seria, nesse caso que todos fazem
tanta questão de ignorar, o tal critério adotado? Aliás, não seria plausível
que esse valor fosse dado em função do espaço que se ocupa dentro do ambiente
segurado? Bem, ao que sabemos, ele é dado em função de unidades habitacionais,
portanto, se o seu vizinho ocupa uma unidade de 150 metros quadrados e você,
uma unidade de 45 metros quadrados, você pagará o mesmo que ele.
Mais impostos ou menos assalto: do que precisamos?
5 ídolos brasileiros que você deveria odiar
Essa definição pertence a
Ludimila, e além de não ter sido dada por Val Marchiori, ainda poderia ser
aplicada a muitas outras meninas do Funk carioca.
Recentemente, quando importunada
por vizinhos da Ilha do Governador, onde mora no Rio de Janeiro, por conta de
suas “sociais” que oferecem badalação desregrada e baderna extrema, a Funkeira se
disse vítima de preconceito e perseguição por ser jovem e bem sucedida e
enfatizou que o fato de ter pouca idade lhe impulsiona a ter de aproveitar a
vida do seu jeito peculiar, completando com os seguintes dizeres: “os incomodados que se mudem!”.
N motivos reais para odiar filas preferenciais.
O desafio é: pergunte às pessoas
que você conhece como era o mundo antes das filas preferenciais. Elas não
saberão dizer. É algo que ficou tão íntimo da nossa cultura que ninguém é capaz
de lembrar com precisão como começou. Uma coisa é certa: seu avanço é notado com mais clareza a partir do momento em que a ideia de inclusão social
passou a ser difundida de forma massiva, em meados da década de 80, e parece ter
bastante da evolução natural dos tentáculos do estado do bem estar social, como
o conhecemos. De todo modo, faz muito sentido pensarmos que pessoas com algum
tipo de dificuldade, qualquer tipo de dificuldade real, possam gozar de
qualquer tipo de facilidade em filas de todas as espécies, desde que essas
filas sejam para atividades imprescindíveis ao dia a dia. Essa é a definição
sensata de preferência, a que adotamos no Brasil não passa de um paralelo
distorcido desta.
Em cartaz: Aposente-se morrendo ou morra tentando!
Aposente-se morrendo ou morra
tentando!
Essa é a máxima do governo Dilma.
Não soaram bem os rumores de que
a implantação da idade mínima para a aposentadoria de homens e mulheres seria a
empreitada governista a ser discutida nesta quarta-feira, 17, com
representantes de trabalhadores, empresários e aposentados, na reunião do Fórum
de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social,
dirigida pelo atual Ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rossetto.
Ofertada como alternativa cabal e milagrosa para o equilíbrio financeiro das contas do
INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), órgão responsável pelo pagamento
das aposentadorias e pensões da Previdência Social, a implementação da idade
mínima é vista como medida imprescindível pelo governo, mas será um baque
gigantesco na vida de milhões de brasileiros.
Os Negros e o Oscar: A arte imita a vida.
Hoje pela manhã as manchetes cariocas
noticiavam o descabimento de pais adotivos fantasiarem seu filho de Abu,
macaquinho amigo de Aladdim.
Pois pense: Por que será que pais vão praticar
Bullying com o seu próprio filho, e por que razão idiota iriam adotar uma
criança negra se fossem racistas?
A melhor conclusão a que se chega
é muito óbvia. Claro que não são racistas e claro que essa coisa de
politicamente correto é uma “Paumolescência” das maiores, como diria o sábio
Lobão, ao tecer comentários sobre Chico Buarque e a tal lei Rouanet.
UPP: Solução ou retrocesso!?
Unidades de Polícia Pacificadora são a solução para a urbanização das favelas?
Para responder a essa questão precisamos primeiro entender o processo de favelização brasileiro e seus desdobramentos ao longo dos anos, culminando nesse cenário atual que contabiliza 763 comunidades, segundo o Instituto Pereira Passos. Então, vamos voltar no tempo, mais precisamente, a 1897, ano do surgimento da primeira favela do Brasil, o Morro da Providência, na região central da cidade do Rio de Janeiro.
Para responder a essa questão precisamos primeiro entender o processo de favelização brasileiro e seus desdobramentos ao longo dos anos, culminando nesse cenário atual que contabiliza 763 comunidades, segundo o Instituto Pereira Passos. Então, vamos voltar no tempo, mais precisamente, a 1897, ano do surgimento da primeira favela do Brasil, o Morro da Providência, na região central da cidade do Rio de Janeiro.
Gestão em Saúde Pública: Missão de humanizar.
O Gestor da área de saúde pública
atrai para si uma das mais duras missões entre todos os outros administradores
públicos. Se por um lado seu trabalho se dá em termos muito mais gratificantes,
por outro, oferece riscos demasiadamente mais complexos: seu dilema constante é
contornar a dinâmica da desumanização de seus profissionais sem dessocializar seu comando.
Votar nulo no Brasil, anula eleição: mito ou verdade?
Será que anular seu voto é a solução dos seus problemas políticos? Ou escolher alguém, ainda que suspeito, pode ser uma escolha bem mais inteligente? Em que momento da história a vontade majoritária passou a ser um blefe?
Casamento Homoafetivo: O que falta para virar lei?
Assinar:
Postagens (Atom)








