A morte pode ser considerada uma terapia, quando a tentativa de manter alguém vivo é o pior remédio? Ou a decisão sobre a vida vai além do sofrimento ou do desejo? Em que ponto de uma tentativa de cura a vida se torna menos importante que a morte? Ao que parece, o problema não é para quem vai, mas para quem fica...
Portugal: nosso pai ou nosso vilão?
Desastres naturais: os apocalipses modernos e os novos humanos.
O que um desastre natural é capaz
de causar a uma cidade?
Mais do que a destruição. Principalmente,
quando não sobra cidade. Esses mini-apocalipses têm ocorrido frequentemente nos países asiáticos
vitimados pela anti-obra divina, por meio de furacões, terremotos, tsunamis,
e passaram a ser uma questão de humanidade, não mais somente territorial. No último sábado,
16, a vítima infelizmente foi mais próxima do Brasil, nosso vizinho de
continente, Equador: um terremoto que atingiu incríveis 7.8 na escala de
magnitude, o mais forte no país desde 1979.
Índios: brasileiros mesmo, só eles. E não corruptos!
Índios. Alguns os amam, muitos os
odeiam, a maioria sequer os conhece.
A verdade é que os brasileiros nativos, celebrados com muito valor em 19 de abril, não são em nada
parecidos conosco. Pra começo de conversa, os índios compreendem milhares de
etnias e, em quase todas, se mantêm por um sistema patriarcal de sobrevivência
coletiva extremamente eficiente e que em muito se assemelha com aquilo que um
dia foi o sonho dourado de Karl Marx: a extirpação da propriedade. Por evidente
que em infinita menor escala, mas capaz de provar racionalmente que a divisão
de tarefas e o poder quando atribuídos por critérios morais, sem o consequente envolvimento
da riqueza na administração da comunidade, cujas castas decorrem apenas do
compromisso social justo de cada qual na sua tribo, ainda são aspectos relevantes
para serem estudados no âmbito da antropologia moderna, quiçá, para o correlato
desenvolvimento social dos povos ditos tecnológicos.
Por que a Democracia não presta!?
“A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que têm sido tentadas de tempos em tempos.” - Winston Churchill
The Walking Dead tem fim!?
O que fazer quando um dos seriados de maior sucesso na história da televisão mundial é ambientado em um mundo apocalíptico dotado de infinitas possibilidades e carregado de histórias repletas de ação e apelo dramático? O dilema dos criadores de The Walking Dead sobre a hora certa de saber parar.
Sobre o neo-coronelismo e a desgraça do muro.
Nos primeiros meses de 2016, 11,48% das
relações de amizade entre usuários brasileiros foram desfeitas no Facebook,
conforme dados da própria empresa.
Alarmante, se comparado à média
mundial de 0,52% ao ano do Facebook, por representar mais de 20 vezes a quebra de relações de amizade na
mídia social mais usada do mundo, em apenas um país, num determinado momento histórico.
Pena de morte: Bandido bom é bandido morto?
Atualmente, cinquenta e dois países no mundo mantêm a pena
de morte em vigor em seus Códigos Penais, segundo dados da Anistia
Internacional. Isso corresponde a aproximadamente um quarto dos países do planeta
- considerando a divergência histórica da ONU no que se refere à quantidade de
países existentes no mundo, por vezes considerando Vaticano (Cidade-estado soberano dentro
de Roma, capital Italiana) e Taiwan (Colônia chinesa ainda não independente
oficialmente) como países, por vezes, não.
Acredita-se que pessoas de bom senso vão se fazer algumas perguntas diante desses dados:
Luta de Classes Vs Trabalho: Marx sabia, com ressalva!
As relações profissionais são perfeitos reflexos das relações humanas, semelhante ao que Marx previa quanto às relações sociais, com a ressalva do tempo.
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