Não resta a menor dúvida: a Guerra Civil do Capitão
América é infinitamente superior à briguinha de escola do Batman com o Super-homem.
Pra começar, há um motivo decente, por assim dizer.
Algo para além da emissão do simples juízo pessoal infantil de um Batman que
volta a ser amiguinho após ouvir que a mãe do coleguinha também se chama Martha,
e há uma considerável dose de lucidez num Tony Stark que tenta salvar o mundo
do efeito estrondoso das incríveis destruições que os super-heróis de
quadrinhos promovem sem querer no mundo que tentam – só tentam – consertar. Enfim, bem
mais do que o ego inflado do limitado Batman de Ben Affleck a considerar a sua
Gotham terra arrasada após as incursões pitorescas do Super-homem, e que
precisa se superpreparar, se superproduzir, para quem sabe, poder chegar a um
dia dar conta do megapoderoso Kal-El. Apenas enfadonho!



